O que faz um perito grafotécnico?

 Por que contratar um perito grafotécnico?

 

Essas são questionamentos comuns no nosso dia-a dia e são perfeitamente compreensíveis.

 

O perito grafotécnico é o profissional que é responsável pela avaliação técnica da autenticidade de um manuscrito.

 

O perito conta com técnicas capazes de identificar a autenticidade de uma assinatura. Ou se  a assinatura foi feita sob coação.

 

Não é incomum pessoas se passarem por outras na hora de contratar.

 

Ou mesmo gerentes bancários que ,para cumprirem a meta estabelecida, falsificam assinaturas de clientes

 

Existem  várias formas de detecção de uma falsificação por parte de terceiros.

 

Da mesma forma não é incomum pessoas falsificarem a própria a assinatura em contratos que não estão confiantes na contratação.

 

Mesmo assim existem várias formas de atestar até a mesmo a auto falsificação , pela “gênesis” da escrita por exemplo.

 

Assim, o perito grafotécnico é fundamental para segurança das relações contratuais e comerciais.

 

E contratar os melhores profissionais é garantia de segurança

PERÍCIA GRAFOTÉCNICA NÃO É PERÍCIA DOCUMENTOSCÓPICA

Popularmente costumamos a denominar qualquer análise documental de perícia grafotécnica.

Muita vezes os conceitos se confundem e em diversas ocasiões , necessitamos de ambas as análises para chegarmos a um a um laudo conclusivo

Em síntese, a perícia grafotécnica se atém a análise da assinatura enquanto que que a documentoscopia se vincula  a análise documental de uma maneira mais ampla.

Podemos, sim, considerar que a documentoscopia seria o gênero e a perícia grafotécnica seria uma espécie.

Além da perícia grafotécnica , podemos citar como outras espécies de documentoscopia , Exame de Papéis, mecanografia,  Exame de Tintas;, Exame de Instrumentos Escreventes.

                                       DESENVOLVENDO A PERÍCIA GRAFOTÉCNICA

O perito grafotécnico para desenvolver elaborar a perícia grafotécnica com maior segurança  deve contar com equipamentos de ponta

Deve observar ainda, as 4 leis  de Edmond Solange Pellat.

 

1ª LEI DA ESCRITA:

“O gesto gráfico está sob a influência imediata do cérebro. Sua forma não é modificada pelo órgão escritor se este funciona normalmente e se encontra suficientemente adaptado à sua função.”

2ª LEI DA ESCRITA:

“Quando se escreve, o “eu” está em ação, mas o sentimento quase inconsciente de que o “eu” age passa por alternativas contínuas de intensidade e de enfraquecimento. Ele está no seu máximo de intensidade onde existe um esforço a fazer, isto é, nos inícios e no seu mínimo de intensidade onde o movimento escritural é secundado pelo impulso adquirido, isto é, nas extremidades.”

3ª LEI DA ESCRITA:

“Não se pode modificar voluntariamente em um dado momento sua escrita natural senão introduzindo no seu traçado a própria marca do esforço que foi feito para obter a modificação.”

4ª LEI DA ESCRITA:

“O escritor que age em circunstâncias em que o ato de escrever é particularmente difícil, traça instintivamente ou as formas de letras que lhe são mais costumeiras, ou as formas de letras mais simples, de um esquema fácil de ser construído.”

 

 

Segundo eles, devem ser respeitados quatro critério essenciais para os padrões de Confronto, quais sejam:

a) AUTENTICIDADE – os padrões devem ser colhidos na presença de pessoas que possam declarar sua veracidade;

Sobre o critério da autenticidade, acreditamos que a melhor forma de colheita é na presença do r. perito designado, o qual poderá, ainda, valer-se de técnicas periciais de modo a minimizar o “estresse” ou a tentativa de ludibriar o laudo a ser realizado, demonstrando a assinatura da parte periciada em sua melhor “naturalidade”.

b) ADEQUABILIDADE – os padrões devem ter coerência/semelhança com a peça periciada;

Em suma, devemos observar a qualidade do papel, se o instrumento escrevente tem as mesmas características e cor, se a peça periciada e os padrões de confronto em sua maioria possuem pautas ou ausência delas e se espaçamentos semelhantes;

c) CONTEMPORANEIDADE – os padrões não podem ser muito divergentes da data da assinatura;

Variações gráficas podem ser normais ou ocasionais (como exemplo a idade avançada, enfermidades físicas ou psíquicas, entre outros), com isso é sempre prudente respeitar padrões contemporâneos à peça utilizada, mesmo com as exceções existentes, uma vez que alguns escritores mantem o grafismo por diversos anos;

d) QUANTIDADE – deve ser respeitado uma quantidade mínima para realização dos testes;